Case Antigravity: por que a IDE da Google pode ser um divisor de águas para designers
- claricersilveira
- 5 de dez. de 2025
- 2 min de leitura
Recentemente, conduzi um processo completo de UX, da pesquisa à interface, usando vibe coding através do Antigravity, acesse o case no meu Github.

Como designer UX, sempre fico animada para testar novas ferramentas de inteligência
artificial, especialmente as de vibe coding. Recentemente, descobri o Google Antigravity e me surpreendi com o que ele realmente pode fazer. Longe de se limitar a criar front end usando linguagem natural, o Antigravity é um agente de IA capaz de planejar todo o processo de UX, da pesquisa à interface final. Ele cria conceitos visuais, gera jornadas, fluxos, telas e até o código.
Consistência e planejamento
O que mais me chamou atenção foi a capacidade do Antigravity de manter consistência visual e funcional ao longo de todo o projeto. Isso acontece graças ao novo modelo de geração de imagens da Google, o Nano Banana. Além de produzir protótipos funcionais rapidamente, ele consegue gerar um fluxo completo de interfaces a partir de um único layout, mantendo coerência visual do início ao fim.
E não é só isso. O Antigravity também cria um planejamento detalhado de todas as atividades necessárias para o desenvolvimento do projeto. Você pode revisar, ajustar e validar cada etapa antes que ele execute qualquer ação, reduzindo imprevistos comuns em projetos complexos.
Integração com o Browser
Embora o Antigravity seja um terminal de desenvolvimento instalado no computador, ele oferece um recurso especialmente poderoso: uma extensão para o Google Chrome.
Com essa extensão, os agentes de IA conseguem executar tarefas autônomas diretamente no browser, como benchmarking, validação de acessibilidade e testes de usabilidade. Essa automação amplia significativamente o que as IAs faziam até agora e acelera a execução de projetos robustos, como o discovery de novos produtos.
Uma nova forma de trabalhar
Nossa atuação ao lado desses agentes pode transformar profundamente a maneira como criamos. Não é apenas sobre automatizar tarefas, é sobre reimaginar o fluxo de trabalho para ser impulsionado pela IA.
Para mim, isso é um ponto de virada: deixamos de simplesmente delegar atividades para repensar toda a lógica do processo, aproveitando ao máximo esses agentes autônomos como verdadeiros co-pilotos, e não apenas como ferramentas para automatizar tarefas repetitivas.
Não é só automatização, é repensar o nosso trabalho para algo que vai pode ser o futuro do design.



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